quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Violência contra jornalistas no Brasil e no mundo

Até quando?


Eu pensei que nada relacionado à violência contra profissionais da comunicação fosse me chocar, depois do massacre do  Charlie Hebdo. 

Dessa vez, um repórter matou a ex-colega de trabalho, ao lado do cinegrafista e de forma calculada - AO VIVO!


Nas imagens gravadas pelo cinegrafista pouco antes de morrer, é possível ouvir os tiros e ver o momento em que a repórter tenta escapar dos disparos. 

A câmera cai, mas registra as pernas do atirador. Não é possível descrever a sensação de continuar a ouvir os gritos de  Alison Parker. Ela, com 24 anos e o colega Adam Ward, 27.

Em vários países do mundo, inclusive no Brasil, os jornalistas têm sido vítimas da violência. Estamos no século XXI e a intolerância só cresce. Ainda querem silenciar a voz de quem se dedica a dar voz à sociedade. 

E a indignação fica, pois temos que enfrentar a impunidade, que reina nesse país. Em 2014, mais de uma centena de jornalistas brasileiros sofreu algum tipo de agressão. Três foram assassinados. Triste!

Violência por gênero, política e injúrias raciais são os principais motivos, segundo relatório da Fenaj- 2014. Até policiais militares foram acusados de agressão contra jornalistas nas manifestações dos últimos dois anos.

A liberdade de expressão é direito fundamental previsto no Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos para todo e qualquer cidadão. É direito coletivo assegurado pelo Jornalismo, como fruto do trabalho do jornalista, que tem o papel de mediador da realidade, ao produzir e difundir informações de interesse público.



sábado, 1 de agosto de 2015

Orgulho de ser pernambucano


            O vaivém começa cedo na cidade. Ônibus, metrô, passos rumo ao local de estudo ou trabalho. Ainda tem aquela água para refrescar, comprada ao ambulante de rosto familiar.

 É hora de desejar um bom dia de trabalho, ainda que cansativo para muitos. Melhor ainda é sair à noitinha, com as luzes meio que embaçando a visão, mas ter a beleza dos monumentos ao nosso redor. 
             
 Mas você já parou e olhou o chão? 

Sim, olhar o céu do Recife é muito bom, é uma das minhas distrações em momentos bem meus. É como observar o mar. Realidade infeliz para quem vive aqui é a certeza de que nem todo mundo colabora para a conservação de toda essa beleza. 

Tenho certeza que você já ouviu alguém falar: "O Recife fede..."
             

Pois é! Um dos assuntos mais comentados da semana é o mutirão da Esquadra de Treinamento da Força Marítima de Autodefesa do Japão. 


Eles desembarcaram no Recife para realizar uma tarefa que se torna cansativa pelo fato de os nossos conterrâneos fingirem que não existem lixeiras nas ruas.

O bairro de São José é um pedacinho da área central, onde fica a Estação Central do Metrô. Eles têm olhos apertadinhos, mas recolheram 200 sacos de lixo. Só nessa região existem 15 lixeiras, de um total de 600 no centro da cidade.   


            Uma lição de civilidade. Não adiantou. Em menos de 24h, mais embalagens foram jogadas ao chão. Parecia que ninguém tinha passado por ali, nem mesmo os garis que fazem seu trabalho em horário noturno.

 A cultura de cuidar do ambiente em que se vive é aprendida pelos japoneses ainda na escola. No Brasil é assim que se ensina também! "Orgulho de ser pernambucano!" Lindo de dizer quando se viaja pelo mundo ou em época de Carnaval.





Os desafios do Censo Demográfico de 2022

Prestar concurso público e ser aprovado é sempre uma feliz conquista, ainda que seja um certame para trabalhar temporariamente. Assim ...